terça-feira, 11 de maio de 2010

- Aflição




Nas garras indomáveis do incompreendido, me sinto abandonado...
Me sinto em um frio que me remete a medo...
Me sinto incluso em uma minoria que, sem saber o porquê, está exclusa da sociedade viva.

O negrume seco da ventania cortante me traz uma mensagem inaudita, e impuramente desqualificada, de que aquilo que me é reservado, está em hora e lugar marcado.
Mas, tristemente falando, recubro-me em expectativas mórbidas e grotescas, objetivando satisfação.
Nada me preenche.
Nada me causa.
Nada me acorda.

Meu sopro de vida, levemente exala.
A brisa cálida me instiga numa busca de morte...
Mas, no ímpeto desvairado, que lugubremente me vem à tona, rechaço meus medo, acordo minha humanidade interna, e, fielmente, me revivo em ATITUDES...
Sei que do pó viemos, e ao pó voltaremos... porém não há de ser agora!

4 comentários:

Nathália disse...

Nossa!!! Menino o que fez vc escrever um texto assim??

Ignoto Valois Bornéu disse...

- A aflição que esporadicamente me visita

Unknown disse...

Que inpiraçao em
tava pensando em q nessa hora mas ficou muito bonito bjim saudades

Ignoto Valois Bornéu disse...

Brigadão Tays