Refúgio dos Insolentes
Até aonde alcançam suas certezas?
sexta-feira, 11 de março de 2011
Cotidiano
A mulher gritou socorro.
Ela bradou retumbantemente.
Berrava, urrava, pedia, clamava.
Ninguém estava lá.
Ninguém era alguém mal.
Indiferente.
A mulher via o filho indo-se.
A morte ceifava mais uma vítima.
O sorriso virava dor.
E a dor já era rotina!
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