Uma rosa que brota, que surge no nadismo do nada. Uma dúvida bela que floreia os dias, os fazendo felizes. Uma incrustada sofisticação no olhar focado na beleza dela chega a cegar.Perfeita. Perene. Perdida. Possessa. Poderosa. Perpicaz. Irradia conforto. Preenche a lacuna que há no nada do nadismo, ou no nadismo do nada. Cala-se a voz. Cala-se a razão. Cala-se o homem. Ergue-se a Rosa. Erige-se a incerteza, o vício, o hábito, o costume arcaico e devasso. A felicidade vai se esgotando. A escassez de moral embasa a estrutura da reunião de povos. Ditatorialmente, cai o discernimento. A animal condição humana regressa. Culpa de quem? Não acuse a rosa! A culpabilidade é do que se deixa levar, do que se permite ir, do que se mostra fraco. Não adianta culpar os outros, quando os responsáveis somos nós. Maldita mania HUMANA.
sábado, 29 de janeiro de 2011
A réu rosa
Uma rosa que brota, que surge no nadismo do nada. Uma dúvida bela que floreia os dias, os fazendo felizes. Uma incrustada sofisticação no olhar focado na beleza dela chega a cegar.Perfeita. Perene. Perdida. Possessa. Poderosa. Perpicaz. Irradia conforto. Preenche a lacuna que há no nada do nadismo, ou no nadismo do nada. Cala-se a voz. Cala-se a razão. Cala-se o homem. Ergue-se a Rosa. Erige-se a incerteza, o vício, o hábito, o costume arcaico e devasso. A felicidade vai se esgotando. A escassez de moral embasa a estrutura da reunião de povos. Ditatorialmente, cai o discernimento. A animal condição humana regressa. Culpa de quem? Não acuse a rosa! A culpabilidade é do que se deixa levar, do que se permite ir, do que se mostra fraco. Não adianta culpar os outros, quando os responsáveis somos nós. Maldita mania HUMANA.
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2 comentários:
Hey. Paulo Fernando , aqui é a Naay. Me segue. Beijo tá lindo aqui.
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